Investimento
para longo prazo, a hidrovia precisava de recursos para romper
os últimos obstáculos à navegação,
como a montagem de eclusas e construção de canais
para garantir a livre circulação das embarcações.
O
governo conseguiu vencer os obstáculos. Chamados a colaborar,
empresários nacionais e estrangeiros investiram. Setenta
empresas já se encontram instaladas e outras têm projetos
para operar na hidrovia a partir dos próximos anos. Até o
Departamento de Comércio dos EUA criou uma seção
especial para tratar de investimentos no sistema Tietê-Paraná.